Coloquei Saramago e Pascal Mercier (Trem Noturno para Lisboa) na bagagem, tomei emprestado do primeiro a narrativa na terceira pessoa (a viajante) e vim descobrir...
A primeira impressão sobre Amsterdã é de frieza, talvez pela mudez completa do homem que busca a viajante no aeroporto.
Mas guardemos as impressões precipitadas, o tour começa amanhã, já com certo stress dessa uma, que não recebeu qualquer informação, que não encontrou ninguém que falasse espanhol, mas que enfim se entendeu com uns e outros, afinal o inglês deles é também de estrangeiros. Então vai-se entendendo com a ajuda dessa algaravia que é o mundo atual: babel que afinal se cumpre, por palavras soltas, multilíngues, gestos e muitos sorrisos e yhás (yes).
Claro que Amsterdã é outro planeta, toma-se um coro de tudo no hotel: do elevador, da luz no quarto, da banheira. Ah, saudades de Lisboa, aquilo simples, singelo. Mas o cartão de plástico vai descortinando surpresas e vamos aprendendo. Não é isso o viajar, segundo Saramago?
Mas aqui não será Saramago, quiçá Van Gogh, Rembrandt, PSV, Laranja Mecânica.
Vamos ver o que nos reservam os tamancos e as tulipas.

Vc está sendo muito humilde, logo vc ? Viajante de mão cheia, não conseguir se comunicar .....
ResponderExcluirNão se preocupe! No stress ! Rsrs.Vai dar tudo certo.Aproveita bastante!