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| Ney, eternamente sensual |
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| Praça do Comércio |
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| À espera do show, duas horas antes |
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| Arco da Rua Augusta, no centro da praça |
Ney, o melhor intérprete do Brasil, do mundo, não, do planeta, melhor, da galáxia, é capaz de despertar paixões, ainda agora aos 70 anos. Aquela ginga de quadris característica desde os tempos de Secos e Molhados, ainda arranca assobios, aplausos, uhuus, suspiros, lindo, gostoso, tira a roupa.
Mas ele está mais comedido como convém à idade e faz um show romântico, perfeito na escolha das músicas, arranjos musicais, iluminação, cenários.
O público aguardava aquele Ney irreverente, que fizesse um pequeno strip tease, mas ele se limitou a brincar com o paletó de Ocimar Versolato, arregaçando as mangas da camisa, vagarosamente, criando suspense e afrouxando a gravata. O povo foi ao delírio.
Ney está melhor do que nunca, e esta viajante não se importa de exagerar nos adjetivos. Não tem culpa se o artista é seu intérprete preferido (não melhor cantor, este é Caetano). É que o segue há mais de 40 anos, quando o viu pela primeira vez, num festival meio lama, meio Woodstock, no Serra Verde, Belo Horizonte, que ainda era um descampado com o hipódromo, lá pelos 70 e poucos, tempos de faculdade.
Monobloco
E para não ser injusta, a viajante conta a explosão de alegria que foi a apesentação do Monobloco, meia hora depois. A galera foi à loucura, de pé, dançando, cantando. Muita gente que estava bem ali na frente, como esta uma aqui, que chegou duas horas antes para pegar um bom lugar, teve de subir nas cadeiras, porque a meninada gosta de show é em pé.
E de quebra, o Ney ainda voltou ao palco e cantou com a rapaziada do Monobloco, "Pro dia nascer feliz" e um forrozinho "Aí o pau come".




Primeiro vamos falar do lugar maravilhoso e quanto ao Ney esse é sem comentário muito muito bom juntando lugar e cantor mais a sua comilança que mais pode querer???
ResponderExcluirQue tal um gajo bem bonito, tipo o Ricardo Pereira?
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